quinta-feira, 28 de julho de 2011

Flea, do RHCP: "Frusciante é como um irmão pra mim"

Como divulgado anteriormente, Flea, baixista do RED HOT CHILI PEPPERS, banda que já teve sete guitarristas diferentes, pensou que a saída de John Frusciante ocasionaria o fim da banda. Felizmente, eles continuaram, e agora estão muito satisfeitos da forma que o novo guitarrista Josh Klinghoffer está trazendo novas idéias para a banda.
"Você sabe, nós (Frusciante e Flea) somos amigos desde que tínhamos 15 anos," disse o baixista ao Q Magazine. "Nós éramos inseparáveis. E mesmo que nossa relação tenha sido muito antagônica, nós trocávamos ofensas um com o outro, somos uma dupla de imbecís com caras de bunda. Mas eu realmente amo o cara, e ele é meu irmão".
"Não foi muito complicado pra mim aceitar Josh, ele é completamente diferente de John", disse Flea. "Havia coisas que eu tinha que esperar John fazer. Ele é um músico tão fenomenal que quando eu tocava alguma coisa - bam! John já me acompanhava. Ele, Chad e eu, éramos uma espécie de corrente, foi muito bom".
Klinghoffer admite que será difícil substituir Frusciante: "Eu não sei como poderei substituí-lo. Então o que eu posso fazer é tentar criar algo novo com esses caras". Flea concorda, afirmando:" Josh é muito diferente. Ele ainda está se adaptando em torno de tudo isso. É como se ele tentasse adivinhar o que ele tem que fazer. Mas ele não faz assim. Então eu digo para mim mesmo: Calma cara, relaxa!"
A banda está satisfeita com os resultados da reação inicial ao novo single "The Adventures of Rain Dance Maggie", parece que os fãs gostaram muito.
O novo álbum do Red Hot Chili Pepperes, "I’m With You", sairá no dia 30 de agosto.

Fonte: ultimateclassicrock.com

Metallica: na capa da nova edição da revista Billboard





Fonte: Collectors Room

Limp Bizkit (Fundição Progresso, Rio de Janeiro, 23/07/11)

O Limp Bizkit continua quebrando tudo. Este fato pôde ser comprovado por cerca de dois mil fãs alucinados da banda de nu metal norte-americana que compareceram à Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, no último sábado (23). Todos eles estavam 
empolgadíssimos já que aquele era o primeiro show da carreira do grupo no Brasil.


Fotos: Daniel Croce
Por outro lado, o vocalista Fred Durst também teve a oportunidade de confirmar tudo o que já havia escutado sobre o país. Assim como deixou claro no início da apresentação, Durst percebeu o quanto os brasileiros são animados, entusiasmados e, acima de tudo, loucos.
Depois de um longo hiato, e mais de uma década após o lançamento do mega aclamado “Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water” (2000), o vocalista mostra que a idade não afetou a sua marra. Durst continua cheio de
atitude e transmitindo sua loucura para os fãs.
A performance do Limp Bizkit no Rio de Janeiro foi absolutamente ensandecida e cheia de energia. O cantor, inclusive, fez questão de dizer que no momento do show aquele “pequeno” lugar era maior do que qualquer coisa no planeta. Exagero? Talvez. Mas não para o público que quase colocou a Fundição abaixo, e junto com a banda.
Com o look de sempre, uma camisa bem folgada, bermudão e boné, Durst interagiu o 
tempo inteiro com a plateia. Ele chegou até a pegar uma câmera fotográfica para tirar uma foto de si com o público ao fundo. Tecnicamente o vocalista também não mudou. Sua voz, e seus gritos, continuam potentes. Assim como os seus companheiros originais, Sam Rivers (baixo), Wes Borland (guitarra), John Otto (bateria) e DJ Lethal, são perfeitos coadjuvantes de Durst. Com esta formação, o Limp Bizkit funciona incrivelmente bem no palco.
O show começou pouco depois da meia-noite 
para o delírio de antigos e novos fãs da banda. E para deixar o público ligado subiu “Introbra”, seguida de “Hot Dog”, que incendiou a plateia. Depois vieram “Show me What You Got”, do álbum “Significant Other” (1999), e a nova “Bring it Back”, do recém-lançado “Gold Cobra” (2010). Pouco depois o Limp Bizkit voltou a empolgar os fãs com “My Generation” e “Livin’ it Up”. Durst tinha o público nas mãos e os fãs cantavam a plenos pulmões todas as letras do grupo.
Em seguida a “My Way”, que obviamente não deixou ninguém parado, o Limp Bizkit começou a executar “It’ll Be Ok” e passou para “Pollution”, que a plateia pedia em coro. Já “Break Stuff” explodiu de vez o público e “Boiler” seguiu na mesma vibe. Mais tarde, “Eat You Alive” apareceu no set list para relembrar a fase obscura na carreira da banda, com o lançamento do criticado “Results May Very” (2003). Mas o que importa são os fãs e estes fizeram uma recepção calorosa para a faixa.
Antes de o grupo sumir do palco para retornar no bis, Durst e cia tocaram “Nookie” para deixar os fãs naquela adrenalina. O frontman ainda brincou, na hora de deixar o palco, dizendo “fuck you” para os fãs que, conhecendo a brincadeira, respondiam a mesma coisa para o vocalista. OLimp Bizkit retornou para executar a única canção tranquila do repertório: o cover de The Who, “Behind Blue Eyes”. Neste momento, Durst começou a distribuir cervejas para o público. O vocalista chegou a sacudir algumas latinhas para sacanear o público, que não se importou com a brincadeira. Quem não gostou nada da história foi a equipe da mesa de som, que, desesperada, começou a proteger os equipamentos quando o vocalista começou a lançar, com força, as cervejas em direção àquela área. Para concluir o momento “sacanagem”, Durst pegou o isopor onde estavam as latinhas e virou todo o gelo em cima dos fãs que se concentravam na parte central da grade.
Depois, o cantor retomou a apresentação e deu continuidade à pegada insana do grupo com “Take a Look Around”. Fechando o repertório vieram o empolgante cover de “Faith”, de George Michael, e “Rollin’”, que não poderia ter encerrado melhor a noite.
E assim, satisfazendo cada fã presente no local, o Limp Bizkit se despedia pela primeira vez do público brasileiro. Durst ainda prometeu voltar em breve. A gente acredita já que com o lançamento do equilibrado e eficiente “Gold Cobra” ninguém pode duvidar que o Limp Bizkit realmente voltou à cena para ficar.
É bem verdade que depois que o grupo lançou o EP “The Unquestionable Truth Part 1” (2005), que nem os fãs sequer ouviram falar, as coisas pareciam perdidas. Ainda bem que tudo mudou. “Gold Cobra” também indica que o nu metal não está tão morto quanto parecia. É apenas um subgênero do rock n’ roll que precisa se reinventar. Vamos ver o que vem pela frente.
Set List:
“Introbra”
“Hot Dog”
“Show Me What You Got”
“Bring It Back”
“I’m Broke”
“My Generation”
“Livin’ It Up”
“Gold Cobra”
“My Way”
“It’ll Be Ok”
“Pollution”
“Break Stuff”
“Boiler”
“Why Try”
“Eat You Alive”
“Nookie”
Bis:
“Behind Blue Eyes”
“Take a Look Around”
“Faith”
“Rollin’”

Fonte: Whiplash

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse: cantora morre... aos 27 anos de idade!

A cantora inglesa foi encontrada morta em sua casa às 16h (de Londres) de hoje.
Fontes como o famoso site americano TMZ, o Daily Mirror de Londres e toda a "twittosfera" ja confirmam a notícia, sendo que as "hash tags" #amywinehouse e #27club (fazendo alusão a idade que Amy tinha e às famosas coincidências entre o ano de vida que outros famosos da música tinham ao morrerem) estão no topo dos "trending topics" do Twitter mundial.
Um porta-voz da polícia confirmou que o corpo estava na residência da cantora no bairro de Camden e que o motivo da morte ainda não foi esclarecido.
"A polícia foi chamada pelo serviço de emergência de Londres para o endereço na Camden Square pouco depois das 16h05 de hoje [horário local], sábado, 23 de julho, seguindo relatos de que uma mulher foi achada desacordada", diz a nota divulgada pela Polícia Metropolitana de Londres.
Durante a tarde e a noite de sábado, dezenas de fãs e curiosos se reuniram diante da casa onde Amy vivia, na Camden Square, para prestar as últimas homenagens. Havia muitos brasileiros.
Volta aos palcos tumultuadaAmy Winehouse chegou a se apresentar em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. A passagem dela pelo Brasil, no começo deste ano, prometia marcar a volta por cima da popstar britânica.
No mês passado, a cantora britânica abandonou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por estar aparentemente bêbada durante a performance.
Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show.

O que se viu em suas apresentações, no entanto, foram shows curtos, marcados por uma presença de palco tímida e pontuados por alguns momentos constrangedores, quando a cantora esquecia as letras de suas próprias músicas e deixava o palco por alguns instantes sem dar satisfações.

Apesar de a cantora não ser uma estrela do Heavy/Rock, é inegável a sua importância no cenário musical atual, sendo que Amy foi tida muitas vezes como a Janis Joplin do novo século.
Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos / G1

Rolling Stone: rockstars que apareceram semi-nus na capa







Fonte: Rolling Stone

Pearl Jam: pré-venda de ingressos inicia domingo

De acordo com matéria do Jornal Destak, a pré-venda de ingressos para os shows da turnê brasileira doPEARL JAM iniciam a meia-noite de domingo (0h de segunda).
A pré-venda é destinada apenas aos clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners, através do site da Tickets For Fun (www.ticketsfor fun.com.br) e pelo telefone 4003-5588 e nas bilheterias oficiais.
Já a venda para o público geral inicia a partir do dia 1º de agosto.
A banda de Seattle, liderada pelo cantor Eddie Vedder, faz sua segunda turnê no Brasil. O primeiro show acontece em São Paulo, no dia 4 de novembro, no estádio do Morumbi. Os ingressos custam de R$190 (pista) a R$380 (cadeira superior laranja e azul premium). Depois, o Pearl Jam  segue para Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Fonte: Destak

Origins - Shaman

Depois de 3 anos do lançamento do competente Immortal, o Shaman volta a milhão por hora com seu álbum mais pesado da carreira. Origins é um álbum conceitual, que conta a história do que seria o primeiro Xamã, na Sibéria, região norte da Russia. O disco consagra a banda como uma verdadeira banda de Progressive Metal! Sim, Shaman se tornou definitivamente uma banda progressiva. Se isso é bom? Vai de cada um.
O disco é extremamente pesado, com riffs arrasadores do começo ao fim! Os destaques principais do CD são o vocalista Thiago Bianchi, que mostra que não fica à sombra de seu antecessor, e Leo Mancini, que mostra-se um grande riffmaker, alem de um verdadeiro virtuoso. Não preciso comentar que Ricardo Confessori está, como sempre, tocando barbaridades.
O CD brasileiro ainda vem com uma Bonus, um DVD  de um show da banda na Europa com uma Orquestra! Onde, mais uma vez, a banda prova que não deve em nada para a antiga formação. Só o problema do set list curto.
Shaman mostra-se capaz de fazer metal de muita qualidade sem Andre Matos, e mostra que existe, sim, vida após a saída do vocalista. Uma verdadeira Masterpiece do metal brasileiro
Shaman - Origins (Voice Music-Nacional, Marquee-Japão)
1-Origins(The day i died)
2-Lethal Awakening
3-Inferno Veil
4-Ego pt.1
5-Ego pt.2
6-Finally Home
7-Rising Up To Life
8-No Mind
9-Blind Messiah
10-S.S.D.(Signed Sealed and Delivered)
DVD-Shaman & Orchestra Live at Masters of Rock:
1-Renovatti
2-Never Yield!
3-For Tomorrow
4-Freedom
5-Drum Solo
6-Immortal
7-In The Dark
8-One Life
9-The Yellow Brick Road
10-Blind Spell
11-Tribal By Blood

Fonte: Whiplash